11 novembro 2010

NFL – Prime Time Game: Monday Night Football - Pittsburgh Steelers x Cincinnati Bengals, Semana 9

Ficou no quase

A boa atuação de Owens, que recebeu 10 passes para 141 jardas e 2
TD’s, não foi suficiente para a reação dos Bengals

Steelers x Bengals se enfrentaram em situações distintas. Os visitantes buscavam sua sexta vitória, para se igualar ao rival na briga pela divisão, o Baltimore Ravens, que haviam vencido os Dolphins em casa. Enquanto isso, os Bengals tentavam vencer para continuar na briga pela classificação. Uma partida que se desenhava para um final morno, ganhou bastante em emoção no final.

Logo no início, os especialistas de Cincinnati pareciam dispostos a entregar a paritda. Logo no primeiro retorno de kickoff, Bernard Scott sofreu fumble, fazendo com que a bola começasse com os Steelers, na linha de 25 jardas do adverário. Resultado: TD de Mendenhall. Após o primeiro drive dos Bengals, William Gay conseguiu bloquear o punt, colocando os Steelers de novo em boa posição de campo, dessa vez a 30 jardas da end zone. 10x0 para os visitantes no início do jogo.

Ben Roethlisberger começou a partida muito bem, coneguindo sair da pressão imposta pela defesa dos Bengals. Outro que apareceu bem na primeira metade da partida foi Rashard Mendenhall, além de marcar um TD. Os Steelers dominaram a partida no primeiro tempo.

Mike Nugent foi o grande vilão da derrota dos Bengals. Ele perdeu dois FG’s: um de 51 jardas, no fim do segundo quarto, e 45 jardas, no início do terceiro. Esses pontos seriam suficientes para empatar a partida.

O jogo, que parecia se definir em uma vitória fácil dos Steelers, ganhou fortes emoções no último quarto. Logo no primeiro lance, Big Ben entregou a bola para Antwaan Randle El, que, ao invés de correr, lançou um passe de 39 jardas para Mike Wallace, deixando o placar em 27x7 para a sua equipe, fazendo com que os torcedores se remetessem ao Super Bowl XL, quando ele também lançou um TD.

Ao invés de ficar abatido por esse lance, o ataque comandado por Carson Palmer deu uma resposta rápida. Em 4 passes, três deles para Terrell Owens, os Bengals anotaram um TD, com uma recepção de 27 jardas do camisa 81. A reação continuou no drive seguinte dos Bengals, que foi ajudado pela defesa do Steelers, que cometeu 3 faltas em seguida, posicionando o ataque rival na linha de 1 jarda, de onde Palmer correu para o TD.

Parecia que os Bengals realmente virariam o jogo. Faltando 4 minutos para o final e com os três timouts, os Bengals receberam a bola. A equipe conseguiu chegar até à linha de 12 jardas do campo adversário, porém, o WR  calouro Jordan Shipley, não segurou o lançamento, já que Ike Taylor e James Harrison chegaram para
tacklear o camisa 11.

No fim do jogo, prevaleceu a superioridade de Pittsburgh, que lidera a divisão, juntamente com os Ravens, com uma campanha 6-2, é apontado por muitos o melhor time da NFL.Com a derrota, os Bengals, que têm campanha de apenas duas vitórias, praticamente dão adeus às chances de chegar aos playoffs.

10 novembro 2010

NFL – Prime Time Game: Sunday Night Football – Dallas Cowboys x Green Bay Packers, Semana 9

“Vergonhaaaa, vergonhaaa, vergonhaaa… Time sem vergonha!”

Wade Phillips se despede do cargo do Cowboys com uma atuação
vergonhosa no Sunday Night Football
  

Vergonhosa. Essa é a palavra para definir a atuação dos Cowboys contra os Packers no último Sunday Night Football. Era evidente a falta de entrega da equipe. Desmotivados pela péssima campanha ou fazendo complô contra Wade Phillips, os jogadores deixaram o Dallas Cowboys ser humilhado em horário nobre, envergonhando profundamente a torcida.

Os Packers, que não tinham nada com isso, fizeram 4 TD’s seguidos no primeiro tempo,  estampando um sonoro 28x0 no placar. O substituto de Ryan Grant, o RB reserva Brandon Jackson marcou duas vezes, correndo 2 jardas e recebendo um passe de 9 jardas. Greg Jennings ainda recebeu outro TD.

Para completar a desgraça dos vaqueiros, no kickoff de retorno do TD de Jennings, Bryan McCann sofreu fumble, e Nick Collins recuperou a bola, para correr até a end zone e encher a torcida adversária de raiva(da sua própria equipe, para que fique claro). A marcação da jogada pelos árbitros estava errada, pois o retornador dos Cowboys já havia encostado o joelho no chão antes de soltar a bola, mas os visitantes não tinham mais tempos para pedir, devido ao desafio estúpido que Wade Phillips pediu no TD corrido de Brandon Jackson, quando era claro que o RB tinha cruzado a linha de gol.

Jason Witten e Dez Bryant eram os únicos que produziam alguma coisa no ataque. O calouro fez duas recepções para 54 jardas, e outra para diminuir o placar para os Cowboys, enquanto Witten continuava sendo a segurança nos 3rd downs – quando Kitna acertava os passes. Fim de primeiro tempo, com o placar de 28x7 para os Packers. A essa altura, vários torcedores dos Cowboys foram dormir, incrédulos na possibilidade de o seu time engrossar o jogo.

E eles estavam certos. No segundo tempo o time da casa ainda marcou mais 2 TD’s e um FG, ampliando a vantagem para 45x7, se dando ao luxo de escalar jogadores reservas no fim da partida.

No dia segunte, Jerry Jones tomou a decisão mais óbvia: demitir Wade Phillips, que saiu no seu quarto ano de contrato. Wade nunca conseguiu fazer com que o time atendesse as altas expectativas da imprensa e da torcida, obtendo apenas uma vitória nos playoffs nesse período, apesar de contar com uma das equipes mais talentosas da liga. Porém, o head coach da equipe agora é Jason Garrett, acumulando a função com o cargo anterior de coordenador ofensivo, que tem um playcalling mais manjado do que as piadas do Zorra Total.

Já os Packers estão em ascensão, já que venceram o terceiro jogo seguido e estão na liderança da NFC North. Os cabeças-de-queijo vão para sua bye week com um saldo positivo na temporada até agora.

Resultados de domingo à tarde:

Jets 23 x 20 Lions

Dolphins 10 x 26 Ravens

Patriots 14 x 34 Browns

Chargers 29 x 23 Texans

Bears 22 x 19 Bills

Cardinals 24 x 27 Vikings

Buccaneers 21 x 27 Falcons

Saints 34 x 3 Panthers

Giants 41 x 7 Seahawks

Colts 24 x 26 Eagles

Chiefs 20 x 23 Raiders

30 outubro 2010

MLB - Um passo adiante

 Dois grandes confrontos eram previstos para as finais de conferência, e os times não decepcionaram. Os finalistas do ano passado, Yankees e Phillies, eram favoritos para avançar contra duas equipes que podiam ser consideradas zebras só de estar nas finais. Duas séries que chegaram aos seis jogos para definir quem briga pelo título da World Series em 2010. Com vocês, as Championship Series.

ALCS

Todos esperavam mais um bombardeio do time do Bronx. Mas em alguns jogos os Yankees agiram mais como gatinhos assustados, anotando três ou mais corridas apenas em três jogos. 

O primeiro jogo ligou o alerta em Texas. Depois de mandar CC Sabathia embora após apenas 4 innings e contar com 7 sólidas entradas de CJ Wilson, o Rangers viu uma vantagem de 5-1 desaparecer nas mãos de seu bullpen. Correndo o risco de ficar num buraco se não agisse rapidamente, o time reagiu no jogo 2, de novo mandando o arremessador titular de NY embora após 4 entradas, mas dessa vez com uma atuação bem melhor de seu bullpen. 

A viagem à Big Apple foi mais fácil do que se previa. Dezoito corridas marcadas nos dois primeiros jogos no Yankee Stadium, com mais uma boa partida de Cliff Lee no jogo 3 (8 innings, 13 strikeouts, 3 homens em base). CC Sabathia até fez sua parte do jogo 5, mas a desvantagem de 2-3 foi fatal na volta ao Texas. Phil Hughes novamente não chegou à sexta entrada e os Rangers fecharam a série vencendo por 6-1. Um balanço perfeito entre arremessos e poder ofensivo de um azarão que anotou 5 ou mais corridas em 5 partidas contra o "Império do Mal".

Dessa vez não deu, A-Rod

NLCS

Ao contrário das finais da Liga Americana, todos esperavam mais dos arremessadores do que dos ataques na disputa entre San Francisco Giants e Philadelphia Phillies. San Francisco fez valer o título de "time das vitórias apertadas" e avançou como no round anterior: três vitórias por uma corrida de diferença.

O jogo 1 foi o alardeado confronto Roy Halladay - Tim Lincecum. Quem apareceu porém foram os ataques. Cada arremessador cedeu dois home runs, com o destaque sendo Cody Ross que fez home runs em aparições consecutivas no bastão e acabou dando a vitória aos Giants. A boa performance de Roy Oswalt  no jogo 2 (8 innings, 9 strikeouts e apenas um home run cedido para Cody Ross) garantiu que a série fosse para a Califórnia empatada. Naquela que seria sua única vitória mais folgada, Matt Cain segurou Philadelphia e os Giants abriram vantagem com um 3-0. A partida com os pitchers menos badalados foi também a com placar mais elevado, vitória dos Giants por 6-5 e 3-1 na série. 

Roy Halladay, porém, impediu que San Francisco fechasse dentro de casa e levou a melhor em seu replay contra Tim Lincecum, apesar de uma lesão na coxa. Nada disso importou muito. Apesar de começar bem e mandar Jonathan Sanchez embora logo no segundo inning, Philadelphia não conseguiu lidar com o bullpen reforçado de San Francisco, que teve participação dos titulares Madison Bumgarner e Tim Lincecum. Juan Uribe decretou a final que ninguém esperava com um home run na oitava entrada. Uma final dos sonhos pra quem só conseguiu se classificar no último jogo da temporada regular.

Yes-yes, World Series baby!

28 outubro 2010

NFL – Prime Time Game: Sunday Night Football – New York Giants x Dallas Cowboys, Semana 7

Sem Romo e sem rumo

Tony Romo fraturou a clavícula, após ser tackleado pelo linebacker Michael Boley

Créditos: http://assets.nydailynews.com/img/2010/10/27/alg_ap_tony_romo3_102610.jpg
     
     Na última segunda, o torcedor do Dallas Cowboys viu a temporada de 2010 ir por água a baixo. Com uma campanha de uma vitória e quatro derrotas e jogando contra um rival de divisão em casa, o jogo do último Monday Night Football era decisivo para as pretensões dos vaqueiros, no ano em que seu estádio sediará o Super Bowl.

     O início da partida foi promissor para o time da casa, já que nos dois primeiros drives dos Giants, Eli Manning lançou 2 interceptações, das quais o Cowboys conseguiu produzir pontos, deixando o placar em 10-0 a seu favor. Hackem Nicks ainda recebeu um TD de 7 jardas, descontando para os azuis.  Na campanha seguinte, Brandon Jacobs ainda cometeu um fumble. O jogo parecia que estava nas mãos dos Cowboys. Porém, na jogada seguinte, aconteceria o revés que enterraria o America’s Team.
Após completar um passe de 14 jardas para Miles Austin, Tony Romo foi derrubado por Michael Boley, e ficou no chão por alguns segundos. Ele saiu de campo e foi realizar exames no vestiário. Dallas ainda marcou um FG e TD, com o calouro Dez Bryant retornando um punt para 93 jardas. No intervalo, quando o jogo já estava 24x20 para os Giants, surgiu a notícia que deixou o torcedor dos Cowboys baqueado no sofá de casa: Tony Romo fraturou a clavícula e ficará por volta de oito semanas afastado.

     Com as equipes de volta para o terceiro quarto, parecia que a defesa dos Cowboys, que já não estava jogando bem, estava abatida com a perda de seu QB titular, e, por isso, cedeu várias jardas e dois TD’s fáceis para os rivais, que ainda não perderam na nova arena de Arlington.

     John Kitna, que substituiu Romo, chegou até a liderar um princípio de reação no placar, mas o time da casa estava perdendo por muito, o que tornou a virada praticamente impossível. Com uma campanha de 2-5, tendo perdido dois jogos dentro da divisão mais difícil da NFL, a maioria dos Cowboys fans jogou a toalha. O sonho de decidir o título da NFL em casa acabou.

    Por outro lado, a parte azul de Nova York tem motivos de sobra para comemorar. Ahmad Bradshaw vem correndo muito bem, Hackeem Nicks se consolida cada vez mais como um dos melhores WR da NFC e a defesa contra o jogo corrido está em excelente forma. Com isso, a equipe lidera a divisão e tem boas possibilidades de alcançar a classificação, livrando-se do vexame da temporada passada.

Jogos de domingo

Bengals 32 x 39 Falcons

BIlls 34 x 37 Ravens

Steelers 23 x 22 Dolphins

Jaguars 20 x 42 Chiefs

Browns 30 x 17 Saints

Redskins 17 x 14 Bears

Rams 17 x 18 Buccaneers

49ers 20 x 23 Panthers

Eagles 19 x 37 Titans

Cardinals 10 x 22 Seahawks

Patriots 23 x 20 Chargers

Raiders 59 x 14 Broncos

Vikings 24 x 28 Packers (sim, era pra eu ter escrito algo sobre este jogo, mas Obina e cia. fizeram com que eu ficasse no bar na hora do jogo. Quem não estiver satisfeito, peça para o Montillo não bater mais penalti de cavadinha.)

22 outubro 2010

MLB - Sonhos continuam, sonhos se desfazem


Chegada a hora da verdade no MLB. Um mês de baseball da mais alta qualidade. Os times chegam à pós-temporada com um senso maior de urgência, tanto no bastão quanto nos arremessos. Afinal, poucos dias podem separar a comemoração por ter avançado da tristeza de ter sido eliminado. Passada a primeira fase, a Division Series, aquilo que de maior destaque aconteceu para definir os últimos quatro times que ainda brigam pelo título da World Series:

AL Division Series

New York Yankees vs Minnesota Twins (3-0)
: Alguém podia ter avisado os Twins que os playoffs já tinham começado. Após os primeiros arremessos Minnesota nunca teve realmente uma chance de vitória. Varrida dos Yankees, anotando 17 corridas em três jogos, dois deles no Target Field. Pelo segundo ano consecutivo os Twins falham na hora que importa. Ron Gardenhire pode começar a sentir pressão no próximo ano, já que tem um bom elenco para cair fácil em outubro.

Texas Rangers vs Tampa Bay Rays (3-2)
: Se Tampa soubesse que seria desse jeito provavelmente não teria lutado tanto pela melhor campanha da Liga Americana. Cinco jogos e cinco vitórias do visitante. A desvantagem de jogar em casa estava nas mãos de Tampa, que não conseguiu ultrapassar a barreira Cliff Lee. Foram 21 strikeouts e apenas duas corridas cedidas em 16 innings de serviço (sete no jogo 1 e o jogo 5 completo) no Tropicana Field. Mesmo a falha de Texas em fechar a série dentro de casa não impediu a equipe de avançar à final da liga pela primeira vez em sua história.

NL Division Series

Philadelphia Phillies vs Cincinnati Reds (3-0): So much for the Reds. Dois shutouts em três jogos, incluindo Roy Halladay arremessando o primeiro no-hitter na pós-temporada em mais de 50 anos. Cincinnati até se recuperou bem do impacto do no-hitter e começou superando Roy Oswalt para abrir 4-0 no jogo 2. Só esqueceram de avisar que o jogo de baseball tem 9 innings. 7-4 e um abatido Reds que não teve chance alguma contra Cole Hamels no jogo 3.

San Francisco Giants vs Atlanta Braves (3-1): O ataque de San Francisco pode não ser excepcional, mas dá conta do recado. Na série mais apertada dessa fase, com todos os 4 jogos definidos por uma corrida, os Giants avançaram vencendo dois jogos fora de casa pelo mesmo placar - 3-2. O destaque maior fica para a primeira partida, 1-0 Giants com performance estelar de Tim Lincecum, arremessando 14 strikeouts e cedendo apenas três bases em um jogo completo.

16 outubro 2010

NFL - Prime Time Game: Monday Night Football – Minnesota Vikings vs. New York Jets, Semana 5

Monday Night Favre
   
    Brett Favre tem muita história pra contar no Monday Night Football. Quem não se lembra do dia 22 de dezembro de 2003, quando o então jogador dos Packers, lançou 399 jardas e 4 TD’s, um dia após a morte de seu pai, ou então da partida da semana 4 da última temporada, quando liderou o massacre dos Vikings para cima de seu ex-time?
  
   Dessa vez, Favre ganharia, pela primeira vez, a companhia de Randy Moss, que também tem história em Minnesota. Mas a tarefa da dupla não seria fácil: enfrentar fora de casa o New York Jets, melhor defesa da liga na última temporada.
    
   O primeiro tempo foi amplamente dominado pelos Jets, principalmente pela sua defesa. Os verdes repetiram as atuações do ano passado, que fizeram da sua defesa a melhor da NFL, permitindo apenas 3 first downs, mísreras 51 jardas e forçando um fumble do ataque comandado por Favre. O ataque corrido de Nova York também foi bem, com LaDanian Tomlinson em ótima forma, apresentando uma média de 6.1 jardas por corrida. Porém, os Jets não conseguiram traduzir toda sua superioridade no placar, anotando apenas 3 FG’s. Vale lembrar que a defesa dos Vikings também esteve bem, barrando as investidas do adversário na red zone. 
    
   Como vem sendo de costume nos jogos de horário nobre dessa temporada, as coisas mudam completamente na segunda etapa. O jogo parecia que estava encaminhado para a vitória dos Jets, já que o ataque de Minnesota continuava sem conseguir produzir, e Nick Folk continuava sem errar FG’s. Mas no fim do terceiro quarto, a dupla Brett Favre – Randy Moss começou a prodzir. O veterano QB lançou Moss para um TD de 37 jardas, colocando os Vikings no páreo.Pouco tempo depois, Favre lançou outro TD longo, dessa vez de 34 jardas para Percy Harvin, diminuindo a desvantagem de sua equipe para 2 pontos, já que os Vikies erraram a two-point-conversion.

   Contudo, não podemos nos esquecer do poderio do ataque terrestre de Nova York. Faltando pouco mais de 4 minutos para o fim da partida, foi a vez Shonn Greene aparecer, anotando um TD de 23 jardas e deixando vantagem em duas posses de bola para os Jets. Harvin ainda recebeu outro TD, agora de 11 jardas, porém Favre foi interceptado no drive seguinte, com o CB Dwight Lowery retornando para TD e sacramentando a vitória da equipe mandante.
   
   Apesar da derrota e da péssima atuação ofensiva de equipe no primeiro tempo, o jogo apresentou alguns pontos positivos para os chifrudos de Minnesota, já que a defesa atuou bem, principalmente contra o jogo aéreo, e a estréia de Randy Moss mostrou que a equipe ganha uma importante arma para arriscar jogadas mais profundas. Já o New York Jets se consolida cada vez mais como uma das maiores forças da AFC, sendo um forte candidato a chegar ao Super Bowl.
   
   Guardei por último os comentários acerca de Brett Favre. Apesar de não torcer por alguma equipe que o coroa atuou, tenho enorme admiração por ele, e os números não me deixam mentir. Na flor de seus 41 anos, Favre detêm todos os recordes possíveis para um jogador na posição de quarterback. Na noite de segunda, ele superou a marca de 70.000 jardas, 500 touchdonws e 289 partidas seguidas inciando como titular. O Hall da Fama te aguarda, vovô!  

Resultados de domingo
    
   Como a vida não é só NFL – infelizmente, o sujeito que humildemente vos escreve viajou no feriado, por isso só conseguiu assistir o Monday Night Football. Mas para deixar os leitores bem informados, vão aí os placares das partidas de domingo:
Jaguars 36 x 26 Bills
Broncos 17 x 31 Ravens
Chiefs 9 x 19 Colts
Bears 23 x 6 Panthers
Rams 6 x 44 Lions
Buccaneers 24 x 21 Bengals
Falcons 20 x 10 Browns
Giants 34 x 10 Texans
Saints 20 x 30 Cardinals
Titans 34 x 27 Cowboys
Chargers 27 x 35 Raiders
Eagles 27 x 24 49ers

NBA - Ressureição

Para quem achou que a NBA tinha morrido por aqui... Acertou! Me ausentei por mais de 3 meses! Sequer terminei minhas impressões sobre a série das Finais... Vergonhoso eu sei. Mas esse post aqui será a redenção. A bola laranja volta a quicar pra valer aqui no Prime Time.

Vou, enfim, finalizar minha análise das Finais, porque não gosto de serviço feito pela metade. Ficaram faltando os resumos dos Games 6 e 7, os mais importantes na verdade. Onde paramos mesmo? Ah sim, os Celtics tinham aberto uma vantagem de 3 a 2 na série, com um Game 5 bastante equilibrado. As Finais voltavam para Los Angeles, onde os próximos dois jogos seriam disputados. Boston precisava apenas de uma vitória para faturar o campeonato, já os Lakers, tinham o dever de ganhar em casa e deliciar os fãs com o título.

OUCH! Acho que essa onomatopéia define bem o que foi o Game 6 em L.A. Para quem estava acompanhando As Finais desde o início, parecia outra série sendo jogada ali. O jogo foi simplesmente uma humilhação do começo ao fim! Os Lakers, em especial, Kobe (como sempre), ganharam com convicção e empurraram a sensacional série para um sétimo confronto entre os times. A partida começou equilibrada, Ray Allen parecia ter voltado ao normal e acertava alguns arremessos. A defesa dos Lakers era muito forte, e logo, o ritmo dos Celtics foi caindo. Além disso, péssimo momento e com certeza o definidor do jogo contra os verdes. Perkins, aquele pivô que eu não gosto muito, mas era praticamente O único da equipe caiu e torceu o joelho. Não voltaria nem para o jogo, nem para a série. A partir daí, domínio total dos Lakers. O time de L.A. estava com a mão muito, muito, quente! Tiveram aproveitamento de quase 42% nos arremessos de dois pontos e incríveis 90% do lance - livre. Uma aula coordenada pelo grande Phil Jackson. A defesa impecável manteve os Celtics com aproveitamento abaixo dos 33% em arremessos de 2. Kobe marcou apenas 26 pontos (apenas mesmo! Para ele isso é muito pouco) e pegou 11 rebotes. Destaque também para Ron Artest, criticado pelos jogos anteriores, fez 15 pontos. Já no lado dos verdes, ninguém se sobre saiu. O maior marcado foi Ray Ray, com 19 pontos. O banco dos Celtics também não ajudou, fizeram apenas 13 pontos, contra os 25 dos Lakers. Resultado, vitória com V maiúsculo para o time da casa, 89 a 67, maior diferença da série.

Humilhante para os verdes. Incrível para os amarelos. Sensacional para os espectadores, que agora poderiam desfrutar de um Game 7, que edificaria o campeão desta série já pode ser considerada clássica.